A avaliação educacional é
um sistema de informações que tem como objetivos fornecer diagnósticos e
subsídios para a implementação ou manutenção de políticas educacionais. Ela
deve ser concebida também para promover um contínuo monitoramento do sistema
educacional com vistas a detectar os efeitos positivos ou negativos de
políticas adotados.
Um sistema de avaliação deve obter e
organizar informações periódicas e comparáveis sobre os diferentes aspectos do
sistema educacional.
Os objetivos da avaliação em larga escala do sistema escolar, aqui
propostas, são os de informar o que populações e subpopulações de alunos em
diferentes séries sabem e são capazes de fazer, em um determinado momento, e
acompanhar sua evolução ao longo dos anos.
Uma das técnicas empregadas, hoje em dia, é o planejamento em blocos incompletos balanceados, na qual os itens são agrupados em blocos. Feito isso, são compostos cadernos de teste dep blocos, de tal modo que cada bloco apareça o mesmo número de vezes em cada posição dos cadernos, e cada par de blocos apareça uma vez e somente uma vez em um dos cadernos. Este planejamento, além de testar se a posição do bloco tem influência nas respostas dos alunos permite calcular a correlação entre dois itens de teste quaisquer. Distribuídos em espiral, os cadernos garantem que a aplicação seja aleatória e que alunos na mesma turma respondam, em geral, a cadernos diferentes, ainda que cada caderno de teste seja aplicado aproximadamente no mesmo número de alunos na amostra.
Dados que os alunos respondem a vários cadernos de teste diferentes, não faz sentido apresentar escores de resultados individuais dos alunos, pois eles não são comparáveis. Pode-se, por exemplo, utilizar indicadores usuais, tais como os percentuais de acerto por item, para a população e subpopulações pesquisadas.
OBS: Neste resumo há excertos retirados do texto.
Ruben Klein - Pesquisador do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC/ CNPq) e consultor da Fundação Cesgranrio.
Nilma Santos Fontanive - Professora adjunta da UFRJ e consultora da Fundação Cesgranrio.
http://www.rbep.inep.gov.br/index.php/emaberto/article/viewFile/2025/1994 Acessado em 19/07/2017
Uma das técnicas empregadas, hoje em dia, é o planejamento em blocos incompletos balanceados, na qual os itens são agrupados em blocos. Feito isso, são compostos cadernos de teste dep blocos, de tal modo que cada bloco apareça o mesmo número de vezes em cada posição dos cadernos, e cada par de blocos apareça uma vez e somente uma vez em um dos cadernos. Este planejamento, além de testar se a posição do bloco tem influência nas respostas dos alunos permite calcular a correlação entre dois itens de teste quaisquer. Distribuídos em espiral, os cadernos garantem que a aplicação seja aleatória e que alunos na mesma turma respondam, em geral, a cadernos diferentes, ainda que cada caderno de teste seja aplicado aproximadamente no mesmo número de alunos na amostra.
Dados que os alunos respondem a vários cadernos de teste diferentes, não faz sentido apresentar escores de resultados individuais dos alunos, pois eles não são comparáveis. Pode-se, por exemplo, utilizar indicadores usuais, tais como os percentuais de acerto por item, para a população e subpopulações pesquisadas.
OBS: Neste resumo há excertos retirados do texto.
Ruben Klein - Pesquisador do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC/ CNPq) e consultor da Fundação Cesgranrio.
Nilma Santos Fontanive - Professora adjunta da UFRJ e consultora da Fundação Cesgranrio.
http://www.rbep.inep.gov.br/index.php/emaberto/article/viewFile/2025/1994 Acessado em 19/07/2017
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